IMA abre exposição com finalistas do IV Concurso de Fotografia Ambiental

A partir da próxima quarta-feira (4), a população já pode conferir a exposição com 28 imagens finalistas do IV Concurso de Fotografia Ambiental organizado pelo Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas.

O tema de 2019 foi Fauna de Alagoas e contou com a inscrição de 173 imagens feitas em 45 municípios, em todas as regiões do território alagoano. A exposição será aberta para visitação no Parque Shopping Maceió, a partir das 10h do dia 4, e segue para visitação até o dia 18 de setembro.

Entre as fotografias inscritas 70 foram tiradas na capital alagoana, sendo que a maioria foi feita no Parque Municipal de Maceió, inclusive a fotografia que ficou em segundo lugar no Concurso. Além disso, entre as cinco vencedoras, duas foram feitas na Estação Ecológica de Murici. Comprovando a importância das áreas legalmente protegidas para a preservação da biodiversidade.

Vencedores

A imagem que ficou em primeiro lugar tem o nome de ‘Araçari-de-bico-branco alimentando filhote no ninho’ foi feita por Jaim Simões, Praça Coronel Lucena Maranhão. O segundo lugar ficou por conta da ‘A “pré história” que nos cerca: jacaré-de-papo-amarelo que resiste no Parque Municipal de Maceió’, feita por Sérgio Leal, no Parque Municipal de Maceió.

O terceiro lugar é a Jararaca-de-murici (Bothrops muriciensis) a serpente continental mais ameaçada do Brasil feita por Arthur Barbosa de Andrade, e o quarto lugar foi para ‘Guarde no coração – Perereca Boana semilineata’ de Willams Fagner Soares dos Santos, os dois registros aconteceram na Estação Ecológica de Murici. O quinto lugar foi para Todo olhar é importe ainda que não seja o seu de Luciano Barbosa da Silva em Murici.

Na quarta edição o interesse maior foi na fotografia como linguagem, como forma de retratar a biodiversidade. Por isso, pela primeira vez, as inscrições não foram separadas por categoria. De modo inusitado, apenas foi solicitado que os animais fossem identificados pelo local de registro, na natureza ou em cativeiro.

Ascom – 03/09/2019

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